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23/08/2019 - 16h39Intervalo Cultural traz MPB para tarde friaA cantora Deyse Dittmar se apresentou mostrando voz e violão

Dayse Dittmar encantou o público com seu repertório eclético Com voz firme e violão macio. Assim começou a tarde de hoje, 23 de agosto, na porta de entrada do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Nesta sexta-feira nublada, a cantora e compositora Deyse Dittmar começou seu show descontraída, conversando com o público, contando casos e cantando MPB, pop rock, uma pitada de música regional e da sofrência do sertanejo. O show foi marcado por um repertório eclético, misturando na mesma panela Chico Buarque, Nando Reis, Tribalistas, Legião Urbana, Jorge e Mateus, Tim Maia, Renato Teixeira e vários outros artistas brasileiros. Sem deixar, é claro, de mostrar algumas canções de sua própria autoria. Com mais de 40 canções escritas, uma delas se destaca na memória: “Menina”. Segundo ela, a música fala de sua própria história, mas certa vez foi procurada por uma admiradora que disse ter encontrado grande ajuda psicológica na mensagem da letra.   A garota que saiu de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, teve seu primeiro contato com o violão aos 16 anos e veio iniciar a carreira em Belo Horizonte, aos 19. Depois de passar por muitos bares da vida e alguns festivais de música, hoje já está com um CD gravado. Para Deyse, a música é o maior ponto de conexão entre as pessoas, uma mesma melodia pode sensibilizar personalidades diferentes. Assistindo ao show, nota-se uma familiaridade grande com o microfone e com as palavras. Mas, segundo ela, a comunicação com o público será forte ou fraca, dependendo da sintonia com as pessoas presentes. “Hoje, me senti em casa, fiquei feliz com a participação de todos, mas tem dias que a timidez volta”, conta.   Aluna de Ciências Aeronáuticas na Fumec, tem o curso como um plano B, sem saber ainda para que lado decidirá. “Talvez eu seja uma cantora com tanto sucesso que pilote seu próprio avião; ou uma pilota que cante durante o voo”, brinca. Elber Pereira, que trabalha no 10º andar como garçom, comprou o CD ao final do show. Para ele, a apresentação de Deyse foi excelente, e ela não deve nada a qualquer profissional com muitos anos de carreira. “Somente ela e o violão ocuparam o espaço de uma banda inteira”, elogia. “Cultura é importante e enriquece a vida da gente, por isso sempre assisto ao Intervalo Cultural”, completa. Veja mais fotos no Flickr do TJMG.
23/08/2019 (00:00)
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